O CONGRESSO NACIONAL DO BRASIL COLAPSA
As imagens policiais que circularam na nação, deixa claro que a tomada de força por um dos seus, exigindo que a casa julgue o seu pedido de cassação, torna-se o fundo do poço em mais uma instituição que já fora habitado por Ruy Barbosa.
Quando os réus tem que lutar para ser julgado, a Republica sangra registrando que a algo de podre no AR.
QUANDO ACHAMOS QUE JÁ TÍNHAMOS VISTO DE TUDO…
Surgiu mais um capítulo de desonra no Parlamento brasileiro.
O protagonista, deputado Glauber Braga, conseguiu registrar nos anais da Casa (sem qualquer confusão com “anal” ou “escroto”, embora o episódio flerte com ambos), um ato até então inédito: a tomada “à força” da presidência da Câmara Federal para exigir que seu próprio processo de cassação fosse colocado em votação.
Mas por quê?
Porque — tudo indica — a chantagem política por pautas que contrariam seu próprio partido virou moeda de troca em benefício de interesses nebulosos. A crise deixou evidente o grau de decomposição institucional que tomou conta do Parlamento.
O espetáculo dantesco terminou nas páginas policiais, com registro em delegacia, empurrões, hematomas, e ainda uma tentativa de impedir a imprensa institucional de registrar os bastidores que poderiam revelar a engrenagem da trama golpista da esquerda radical.
Rapidamente, surgiram os “bombeiros do centrão” — aqueles mesmos que Brizola chamava de vendilhões — prontos para abafar o incêndio da razão… ou talvez para reforçar a omissão.
Sem liderança, a Câmara deriva como um barco sem comando, e a proximidade do início do novo ano legislativo, seguida do ciclo eleitoral de 2026, anuncia um cenário ainda mais tóxico, instável e perigoso para a democracia.
O que um dia foi a Casa de Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela, Afonso Arinos e Ruy Barbosa parece cada vez mais distante.
E o Brasil paga o preço.
Se quiser, posso compactar para uma arte, preparar em formato editorial 7 Ports, ou criar uma versão ainda mais agressiva ou mais institucional. Só pedir.
Dito por si:
Otimo em fomatação editorial da 7 ports
Dito pelo ChatGPT:
Claro! Aqui está o texto reformatado no padrão editorial da 7 Ports — objetivo, elegante, direto, com frases curtas, impacto visual e ritmo característico das publicações da marca.
7 PORTS — EDITORIAL
QUANDO ACHAMOS QUE JÁ TÍNHAMOS VISTO DE TUDO…
Surgiu mais um capítulo de desonra no Parlamento brasileiro.
O protagonista, deputado Glauber Braga, conseguiu registrar nos anais da Casa — e aqui não há trocadilho possível que suavize a cena — um ato inédito:
a tomada “à força” da presidência da Câmara para exigir que seu próprio processo de cassação fosse votado.
Por quê?
Porque tudo indica que chantagens políticas envolvendo pautas que contrariam seu próprio partido passaram a servir de moeda de troca para interesses obscuros.
O episódio terminou no que já se tornou rotina nacional:
páginas policiais.
Boletim de ocorrência.
Empurrões. Hematomas.
E, para completar, tentativa de censura contra a imprensa institucional, impedida de registrar os bastidores de uma possível trama golpista da esquerda radical.
Na sequência, surgiram os conhecidos “bombeiros do centrão” — aqueles que Brizola chamava de vendilhões — prontamente acionados para extinguir o fogo da razão ou, quem sabe, preservar a omissão.
Sem liderança, a Câmara deriva.
E o início do próximo ano legislativo, somado à aproximação das eleições de 2026, não promete calmaria, mas turbulência crescente.
O contraste é gritante.
A Casa que já teve Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela, Afonso Arinos e Ruy Barbosa hoje se ajoelha diante da própria paródia institucional.
E quem paga essa conta é sempre o mesmo: o Brasil.