Renan inimigo numero um

RENAN CALHEIROS, INIMIGO NUMERO UM DO POVO BRASILEIRO, MAIS UMA VEZ ESTUPRA A CONSTITUIÇÃO.

Mais uma vez o inconsequente presidente do Senado Feral acende uma vela para Deus e outra para o Diabo. Votou a favor do impedimento e contra a inabilidade resultante do impedimento de Dilma. Pensando sempre no seu próprio rabo de molho.  Certamente esta interpretação deverá ser anulada pelo STJ. Pois a inabilidade é contemplada no texto Constitucional e de forma bem clara.

Até quando teremos que conviver com esta especiaria Alagoana. Até quando teremos que engolir este mau caráter que acredita que esta acima do bem e do mau.  Suas intervenções subestimam a inteligência de todos nós. Este falso cidadão (individuo) pediu a palavra para interceder a favor do impedimento e o fez de forma inusitada que o condena eticamente, pois só neste episódio ele usou a tribuna e “pasmem”, disse em auto e bom som que interveio junto ao STF a favor da Senadora esposa do ex-ministro para não ser arrolada no processo de roubo aos aposentados, (Isto é prevaricar), e depois ainda desdisse citando nervosismo. É lamentável. Venho constantemente citando o critério das eleições a senadores que entendo ser irracional e que propicia uma verdadeira quadrilha que manobra e chantageia em conluio a favor de um espaço geográfico, Norte e Nordeste atuando de forma constante contra o Sul e Sudoeste.   É urgente que este critério seja mudado para equilibrar estas forças que atuam ao sabor de suas vontades maléficas e antidemocráticas. Não defendem o Estado e muito menos o Povo. Basta de iludir o povo através da falsa defesa da Constituição. Não se pode parecer ser sério é preciso ser sério, reto, Probo é preciso ser Honesto na casa de Rui Barboza.

Agenor Candido Gomes
01/09/2016 – v02

Regras para a direção do Espirito – “Pensamento”!

René Descartes

Regras para a direção do espírito (originalmente em latimRegulae ad directionem ingenii) é uma obra de René Descartes. Este trabalho delineou a base para seu trabalho posterior sobre problemas complexos de matemáticaciência e filosofia. 36 regras foram planejados no total, mas apenas 21 foram realmente escritas. Este trabalho não foi publicado durante a vida do autor. A tradução holandesa apareceu em 1684, e a primeira edição em latim em 1701.[1]

Regras

I. O objetivo de nossos estudos deve ser o sentido da nossa mente para que ele possa formar juízos sólidos e verdadeiros sobre quaisquer questões que surgem.

II. Devemos nos ocupar apenas com os objetos que nossas capacidades intelectuais são mais competentes em saber com certeza e sem dúvidas.

III. No que se referir a qualquer assunto que nos propomos a investigar, devemos perguntar não o que as outras pessoas têm pensado, ou o que nós mesmos conjecturamos, mas o que podemos perceber clara e manifestamente por intuição ou deduzir com certeza. Porque não há outra forma de aquisição de conhecimento.

IV. O método é necessário para a procura da verdade.

V. O método consiste inteiramente na ordem e disposição dos objetos para que nossa visão mental seja dirigidas, se queremos descobrir qualquer verdade. Vamos cumpri-lo exatamente se reduzirmos as proposições obscuras envolvidos uma por uma para aqueles que são mais simples, e, em seguida, a partir da apreensão intuitiva de todas aquelas que são absolutamente simples, tentar ascender ao conhecimento de todas os outros por etapas precisamente semelhantes.

VI. A fim de separar o que é muito simples do que é complexo e para organizar esses assuntos de forma metódica, devemos, no caso de todas as séries em que se deduziram certos fatos uns pelos outros, perceber o que de fato é simples e para marcar o intervalo, maior, menor ou igual, que separa todos os outros com isso.

VII. Se quisermos nossa ciência para ser completa, os assuntos que promovam o fim que temos em vista uma obrigação e tudo ser examinado por um movimento de pensamento que é contínua e nada interrompido, mas também devem ser incluídos em uma enumeração que é simultaneamente adequada e metódica.

VIII. Se nas matérias a serem examinadas chegamos a uma etapa na série de que nosso entendimento não é suficientemente capaz de ter um conhecimento intuitivo, devemos parar nele. Não devemos fazer nenhuma tentativa de examinar o que se segue, portanto vamos nos poupar de trabalho supérfluo.

IX. Devemos dar toda a nossa atenção para os fatos mais insignificantes e mais facilmente dominados e permanecer um longo tempo na contemplação deles até que estejamos acostumados a ver sua verdade clara e distintamente.

X. Para que o espírito se torne perspicaz, devemos exercitá-lo em procurar o que já foi encontrado por outros, e percorrer metodicamente todas as artes ou ofícios dos homens, desde as menos importantes, mas sobretudo as que manifestam ou supõem ordem.

XI. Depois da intuição de algumas proposições simples, se delas tirarmos outra conclusão, convém percorrer as mesmas com o pensamento num movimento contínuo, nunca interrompido, refletir suas relações mútuas e conceber distintamente várias coisas ao mesmo tempo, tanto o quanto se puder; efetivamente, é assim que o nosso conhecimento se torna muito mais certo e se aumenta a capacidade de nossa mente.

XII. Finalmente, temos que utilizar todos os recursos do entendimento, da imaginação, dos sentidos e da memória, quer para termos uma intuição distinta das proposições simples, quer para estabelecermos, entre as coisas que se procuram e as conhecidas, uma ligação adequada que as permita ser reconhecidas, ou ainda para encontrar as coisas que entre si se devem comparar, a fim de se não omitir nenhum recurso da criação humana.

XIII. Se compreendermos perfeitamente uma questão, devemos abstraí-la de todo o conceito supérfluo, reduzi-la à maior simplicidade e dividi-la em partes tão pequenas quanto possível, enumerando cada uma delas.

XIV. A mesma regra deve aplicar-se à extensão real dos objetos e propor-se à imaginação com a ajuda de figuras puras e simples; será assim percebida muito mais distintamente pela compreensão.

XV. É sempre útil traçar estas figuras e apresentá-las aos sentidos externos, para que assim seja mais fácil conservar nosso pensamento atento.

XVI. O que não requer a atenção imediata da mente, embora necessário à conclusão, deve ser endereçado por notações muito breves em vez de figuras inteiras; assim a memória não poderá enganar-se nem o pensamento distrair-se enquanto, se aplica a outras deduções.