Começou o Jogo Eleitoral

O jogo é a Democracia, onde todo poder emana do povo, e sendo assim, escolher um candidato para dirigir a nossa Nação de dimensões continentais, não é uma tarefa fácil.

O jogo é a Democracia, onde todo poder emana do povo, e sendo assim, escolher um candidato para dirigir a nossa Nação de dimensões continentais, não é uma tarefa fácil. Pois os problemas são enormes em todas as áreas, e precisam de intervenções urgentes. O cargo para presidente é nobre, e exigi do candidato uma lisura e visão universal atualizada.

Paulo Maluf quando candidato citava, que para ser presidente precisaríamos de um empresário (eu particularmente entendi sua mensagem e concordo com este olhar, excluindo-se lamentavelmente a cultura do roubo), o que até aqui não conseguimos.

Fernando Collor com uma visão de estadista em seu curtíssimo mandato conseguiu resultados esplendidos na; economia, comunicações, transportes, privatizações e desburocratização ainda que abandonada pelos seus sucessores.  

Fernando Henrique defendia a cultura, o que também não avançou se olharmos mais criteriosamente a posição lamentável no ranking das universidades.

Luiz Inácio – Lula defensor inconteste do “social”, se deixou levar pelo irracional assistencialismo desvairado, onde 80% dos recursos não chegam aos necessitados (assistência social só deve ser praticada pelo Município onde o acolhido; nasce, cresce e morre).

Jair Messias “Mito” o presidente atual, teve a grandeza de acabar as obras iniciadas por outros governos, e certamente colhera os frutos, iniciando-se pelo Nordeste, através da caríssima, mas necessária “Transposição do Rio São Francisco”, dando a liberdade ao povo do nordeste do jugo infeliz dos coroeis, o Mito ainda que, os diplomados (aculturados) torçam o nariz, fala a língua de uma parcela da sociedade que existia adormecida e não se apresentava no processo eleitoral hoje presente e consolidada – esta parcela de brasileiros que sabem exatamente o que querem, ao contrário de outros segmentos ideológicos, demonstrando assim que estão definitivamente no jogo eleitoral.  

No meu entender o que precisamos é um presidente, que acolha todos os segmentos; sem cores ideológicas, sem interesses ocultos, sem roubo, sem vaidade e sem violência. Todos somos brasileiros e exigimos os nossos direitos assegurados pela Constituição Federal.  

Vencerá quem o povo escolher, por que, quando o Povo quer, não tem jeito e o Povo já se definiu.  

Agenor Candido Gomes – 19/08/2022

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